quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
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Como sabemos que estamos loucos? Uma questão velha e típica da filosofia barata, daqueles que logram tocar a face leprosa da loucura, em busca de profundidade psicológica, reconhecida pelos outros. Não quero estar louco, quero o meu cérebro optimizado, aguçado como uma navalhinha. Compreendo perfeitamente aqueles que buscam profundidade psicológica e que a expõem apenas para conseguir engatar uma rapariga, esses não fazem mais nada senão seguir o instinto mais básico da sobrevivência...mas não os desculpabilizo, pois coisa há, que por mais justificável que seja, não deve ser livre de culpa, moralmente falando. É contudo certo que a moral é feita pelos Homens e para os Homens...em nada prevê as irracionalidades do amor.
terça-feira, 14 de Outubro de 2008
Mediterrâneo
"Tudo me é permitido, mas nem tudo é conveniente.
Tudo me é permitido, mas não me posso deixar dominar por coisa nenhuma(...)"
Biblia, I Coríntios 6,7
Já vos disse irmãos, que conheci uma rapariga que gostava de ser um peixe!? Ela tem sangue entre as pernas e na sua fronte...eu tenho sabor a ferro no meu paláto. Ela tem escamas nas pálpebras..e eu barbatanas nos pulsos.
Tudo me é permitido, mas não me posso deixar dominar por coisa nenhuma(...)"
Biblia, I Coríntios 6,7
Já vos disse irmãos, que conheci uma rapariga que gostava de ser um peixe!? Ela tem sangue entre as pernas e na sua fronte...eu tenho sabor a ferro no meu paláto. Ela tem escamas nas pálpebras..e eu barbatanas nos pulsos.
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