Alguma vez viste o sol derreter no verde da erva de um prado? Alguma vez desejaste sair dali e ir para o meio de uma cidade barulhenta e mal cheirosa? Bem me parecia que não, pois a esse prado só posso igualar o meu amor e a essa cidade a situação onde me encontro agora...
Então porque não mudas?! E vais para esse prado esplendoros, de que me falas?! e abandonas a cidade malfadada que me contas?!
Ele pulmões há, que o ar mais puro não suportam, por estarem demasiado habituados a sujidade e ares mais pesados...
Acreditarias ainda se te dissesse, meu bom amigo, que a minha mente se rejubila com tamanha complexidade do mundo e dos seus caminhos? Que a isso subjugo o meu coração, pois se de outra forma fosse uma cruz viveria nele a vida que me resta.
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